Muitas empresas já perceberam que a melhor forma de abordar o seu público-alvo, hoje, é trabalhando o Marketing de Conteúdo. Esse é um tipo de marketing em que o conteúdo é a moeda de troca. Isto é, a empresa oferece o conteúdo interessante ao seu público, em troca de algo: atenção, engajamento, cadastro, venda, fidelidade e por fim: conseguir defensores da sua marca.

As plataformas sociais vieram para revolucionar as formas de comunicação, tanto entre pessoas comuns, como entre organizações e pessoas. À medida que as organizações perceberam que o seu público está migrando para as mídias sociais, começaram a ir também. O objetivo  nelas não é só anunciar, mas criar relacionamento com o seu público. Já há algum tempo, percebemos que todas as mídias se encontram fartas de muito anúncio. Tanto que tomam uma grande parte das programações dos rádios, programas de televisão, jornais, revistas, e também da internet.

Todos podem fazer Marketing de Conteúdo

Com a facilidade do uso da internet e das mídias sociais, o grande público deixou de ser passivo para tornar-se ativo. Assim, deixou de ser mero consumidor a ‘prosumidor’, isto é, produtor de conteúdo. Pessoas comuns, agora, podem escrever e divulgar o que quiserem e opinar sobre todos os assuntos. Conteúdos de pessoas comuns estão disponíveis para uma infinidade de outras pessoas. Qualquer um pode se tornar, hoje, escritor, repórter, influenciador. É possível encontrar qualquer assunto na internet e transitar de um conteúdo para outro com muita facilidade. Por isso, as pessoas tornaram-se também muito seletivas com o que querem ver. Um anúncio no meio de um vídeo ou no meio de uma playlist pode tornar a mídia muito chata para os seus seguidores. Por isso, muitos aplicativos, como o Spotify, criaram versões pagas. Nelas, as pessoas pagam uma taxa para o aplicativo só para não receber anúncios.

Capacidade de medir o retorno

A internet e as mídias sociais também tornaram muito mais fácil e viável para qualquer empresa divulgar a sua marca, produtos ou serviços Possibilitaram também que as marcas pudessem ficar mais próximas do seu público. Entretanto, empresas não podem mais, em hipótese alguma, continuar se posicionando como antes: as detentoras de todo o poder. As pessoas não entram em uma rede social afim de comprar um produto. Elas querem, aí, ver fotos de outras pessoas, saber as novidades dos seus amigos, ídolos e tendências na área que mais lhes atrai. Não querem chegar em uma rede social e ver anúncios.

Definição

Segundo o Content Marketing Institute, “o Marketing de Conteúdo é uma técnica que cria e distribui conteúdo de valor, relevante e consistente, para atrair e engajar uma audiência claramente definida, com o objetivo de encaminhar o cliente a tomar alguma ação que gere lucro. ”[1]. Dessa forma, não basta também sair publicando qualquer conteúdo. É necessário primeiro ter bem definido o seu objetivo. Em segundo lugar, definir o seu público-alvo, e a partir dele, escolher os temas que são relevantes para ele (que lhe gera valor). É muito importante gerar relacionamento com esse público, criando postagens que busque a sua participação nelas. Afinal, redes sociais servem primeiramente para isso: criar relacionamento.

Storytelling

Bem, o storytelling é uma das ferramentas mais interessantes, utilizadas no marketing de conteúdo. É a “arte de contar histórias”. Jesus já fazia isso com parábolas, mas tiveram que rebatizar – o famoso rebranding. Mas não vale qualquer história. Como já falamos, qualquer pessoa pode criar conteúdo hoje em dia. Mas, infelizmente, tem muita gente por aí criando conteúdo falso, que sempre tem chamadas atrativas, que geram emoção ou indignação das pessoas. Isso, no entanto, é algo que não se sustenta.

Sendo assim, ao fazer conteúdos falsos, você pode até atrair pessoas por um tempo, mas em algum momento elas vão descobrir que suas notícias são mentirosas, e vão parar de seguir a sua página. Assim como a própria plataforma pode banir o criador das “fake news”. E isso é tão sério que já estão tramitando vários projetos de lei que visam penalizar os criadores de conteúdo falso ou as plataformas sociais caso não excluam as fake news.

Storytelling é, portanto, algo muito mais profundo e sustentador. É criar histórias com as quais o seu público se identifica. Por exemplo, a história de uma mãe de família preparando a mamadeira para o seu bebê, é algo que gera boas lembranças e bons sentimentos nas mães. Ou a história de uma mulher que conquistou algo, mexe com o ideal da maioria das mulheres que sonham com a sua independência financeira.

Estratégia alinhada com inovação

Nesse contexto, é possível perceber que criar conteúdo demanda estratégia e criatividade. Então, vai aí um resumo: Com o marketing de conteúdo é possível criar um bom relacionamento com o seu público, conseguir seguidores fidelizados, futuros clientes e, (por que não?!), defensores da sua marca! Precisa de ajuda para começar a criar conteúdo ou para otimizar os seus conteúdos? Podemos ajuda-lo! Clique aqui

Até a próxima! 

Fonte

[1] ROSE, Robert, PULIZZI, Joe. Managing Content Marketing: The Real-World Guide for Creating Passionate Subscribers to your Brand.